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on Dezembro 24, 2008 at 7:30 am and is filed under azuis.
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De alguém para quem o Natal há muito deixou de fazer sentido, o mais profundo respeito por este poema que, contra todas as expectativas, me tocou bem fundo. Muito, muito doce, de uma doçura que toca, pelos vistos, todo o tipo de (in)sensibilidades.
De alguém para quem o Natal há muito deixou de fazer sentido, o mais profundo respeito por este poema que, contra todas as expectativas, me tocou bem fundo. Muito, muito doce, de uma doçura que toca, pelos vistos, todo o tipo de (in)sensibilidades.