o teu olhar tocou o meu. de leve.
dois beijos.
a tua mão tocou a minha. de leve.
um abraço.
a tua boca tocou a minha. de leve.
de leve. como se meu corpo fosse vento.
meu corpo vento. onda.
um beijo.
boca. mãos. corpo.
vendaval.
(hoje. porque sim. levíssimo)
O’Sanji
gostei muito desse poema.
bru
Bru
Obrigada por gostares deste “textinho”, que seria pretensão chamar de poema.
Nada mais que uma recordação de um dia muito especial.
Beijinho
Até que enfim !!! os azulitos todos reunidos, estou feliz…
um enorme beijo, assim gigante, estás a ver?
Ailéh
)
Recebido o beijo…
Retribuído também em dose industrial!
Que pena ter deixado passar estes azuis até hoje…
Lindíssimo!!
Gostei muito.
Sem mais…
teria orgulho se este poema fosse meu
Longe…
Passou-me despercebido este teu comentário. Desculpa-me!
Consegui, finalmente, reunir todos os azuis do plan(o)alto. Aqui.
Obrigada pelas tuas palavras.
Beijo
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Firmina
Há quanto tempo! Esse cumprimento, vindo de quem vem, é mais que um elogio. Muito obrigada pelas tuas palavras.
Por onde andas?
Beijo
Hoje porque sim. Levíssimo.
Do que mais gostei foi da gradação.
Textos assim evocam momentos de que julgamos ter apenas “leves” memórias mas que surgem, repentinamente, desenhados pela mão de um artista que desconhecemos. Como um quadro impressionista, “leves” pinceladas e eis que surge a imagem, um conjunto de nitidez impressionante. Este texto é tão “imagem” que só me apetece agradecer-te a evocação provocada. Teremos todos nós momentos destes nas nossas vidas?